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Coloradense pode perder perna e familiares apelam para as autoridades

Nesta sexta-feira, 31, a família de Terezinha Cordeiro, entrou em contato com redação do Extra de Rondônia, onde relata que está internada no hospital municipal Pedro Granjeiro Xavier, no município de Colorado, com problemas sérios na perna e precisa com urgência ser transferida para outro hospital.

A reportagem foi até ao hospital e falou com a paciente, onde relatou que há vinte anos caiu uma tábua em cima de seu pé direito e o médico que na época atendeu não procedeu como devia, e hoje está necrosado, ou seja, apodrecendo e precisa com urgência passar por um cirurgião vascular.

Terezinha diz que está desde a última segunda-feira, 27, internada e os médicos não tomam qualquer providência para ajudá-la.

Com isso, a família que não tem condições financeiras para levar a idosa para outro centro hospitalar, está aguardando que o médico possa encaminhá-la para o Hospital Regional de Cacoal. Se a idosa não for transferida com urgência, corre o risco de ter a perna amputada.

Fabiana Leias Cordeiro, sobrinha da idosa, disse que procurou o Ministério Público (MP) para solicitar ajuda, mas até o momento não teve resposta.

O OUTRO LADO

A reportagem entrou em contato via telefone com a diretora do hospital municipal Isabel da Silva, no qual atendeu prontamente e explicou a situação da paciente.

Segundo Isabel, Terezinha chegou ao hospital com o ferimento no pé que está se estendendo pela perna. “Ela está recebendo todo apoio possível da parte médica e da direção do hospital”. E, ela realmente precisa com urgência ser levada para o hospital de Cacoal, frisou.

Porém, o que barra a transferência e a Central de Regulação que fica em Porto Velho.

De acordo com a diretora, todos os dias, o médico de plantão liga para a Central de Regulação passando a situação da paciente, pedindo urgência numa vaga para transferi-la, mas não depende do médico que pede e sim do médico que atende o telefone na Central de Regulação e analisa as informações repassadas.

Com isso, o tempo passa e a paciente fica a espera de uma vaga, no qual será disponibilizada dependendo da interpretação do médico que no dia e hora atende o telefone na Central e demora cerca de 50 minutos para decidir a situação.

Isso significa, que se o médico que atende o telefone na Central de Regulação, achar que a paciente não tem urgência, a vaga é disponibilizada a outro com mais urgência.

Entretanto, Isabel afirma que tanto ela quanto o Secretário de Saúde, ou mesmo o médico não tem culpa por não conseguirem vaga de imediato. A questão entrava justamente na Central de Regulação, em Porto Velho.

Lembrado que este modelo de disponibilizar vagas através de uma Central foi implantado pelo ex-governador Confúcio Moura.

Para finalizar, Isabel ressalta que se mandar qualquer paciente sem ter autorização da Central de Regulação, o paciente não será aceito e tem que retornar com mesmo para a cidade de origem.

Atenção: Imagem forte.

FONTE: EXTRA DE RONDÔNIA

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