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Bombeiros explicam detalhes de incêndio que atingiu prédio de empresa vilhenense

O comandante do 3º do Grupamento de Bombeiros de Vilhena (GB), capitão Merycles Guedes, realizou na manhã desta terça-feira, 30, uma coletiva de imprensa para detalhar o incêndio ocorrido no prédio onde funciona a empresa Diságua.

Participaram da reunião, capitão dos subgrupamento de Vilhena, José Joaquim (chefe de vistorias do GB), tenente Luiz Antônio Bueno e o engenheiro responsável pela vistoria estrutural do prédio, Luiz Otávio.

De acordo com Guedes, o aviso do incêndio aconteceu por volta das 05h30 e, dois minutos depois, uma equipe chegou ao local, cortaram a energia e iniciaram as primeiras ações com o desligamento do disjuntores do prédio.

Em seguida foram retiradas as famílias que moram nos apartamento para a ação dos caminhões de incêndio da GB e mais outros cinco caminhões pipas, de empresários, também ajudaram no combate.

“Apenas uma criança, de 04 anos, teve que ser retirada pelos fundos devido à grande proporção de fumaça”, frisou.

Guedes disse que 28 bombeiros trabalharam no incêndio e à ação do combate foi em quatro etapas. A primeira foi pela porta principal, onde havia maior fogo; a segunda pela porta lateral que dá acesso a escada do prédio; a terceira foi por outra porta da frente para ventilar a fumaça do interior da loja, e a última etapa pelos fundos do prédio.

O comandante disse também que quase 65 mil litros água foram utilizados para controlar o incêndio e estimas que 20% da loja foi danificada.

“Na verdade, o incêndio conseguiu ser controlado porque na hora que acionaram a central, uma viatura estava na rua e dois bombeiros realizaram o combate no inicio para controlar o fogo”, pontuou.

Após o trabalho de rescaldo, Guedes explicou que realizou um acompanhamento juntamente com sua equipe para que as famílias retirassem seus pertences dos apartamentos.

O laudo da perícia e um posicionamento em relação ao prédio, se haverá ou não interdição, será analisado.

Para o Tenente Bueno, chefe de vistorias, esse tipo de sinistro exige que a empresa tenha um engenheiro responsável para verificar se a estrutura do prédio desabou ou corre risco de um desmoronamento.

Já para o engenheiro, Luiz Otávio, responsável pela vistoria estrutural do prédio da Diságua, a principio não há nenhuma situação de risco visualmente. Porém, ele afirma que, após o laudo da perícia, se terá situação mais concreta.

“A parte de destruição da loja foi bem pequena e as vidas foram resguardadas. Caso o prédio seja interditado, as famílias receberão toda a assistência por parte dos proprietários do prédio”, ressaltou.

 

FONTE: EXTRA DE RONDÔNIA

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